Árbitra da Malásia ajuda no controle de raquetes do Aberto de Jovens do Brasil

15/09/2013 15:55

Enquanto na maioria dos esportes o uso de substâncias proibidas faz que com as Federações Internacionais e a Agência Mundial Antidoping (WADA) se unam para aperfeiçoar o controle e a punição aos atletas, no Tênis de Mesa, a preocupação é outra. É na raquete que estão concentradas todas as atenções.

Com raríssimos casos de doping registrados - segundo Alaor Azevedo, presidente da Confederação Brasileira (CBTM), só há notícia de um egípcio pego por cocaína, e um brasileiro, do Tênis de Mesa paraolímpico, por maconha -, a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) e a Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF), organizadoras do evento, realizaram exames durante o Aberto de Jovens do Brasil 2013.

--- Nenhuma dessas substâncias normalmente usadas pelos atletas de outros esportes melhora o desempenho do mesatenista. O único que poderia ser útil é a anfetamina em treinos. Em vez de o cara treinar seis horas, ele treinaria oito. Mas isso não faz parte da cultura do esporte --- justifica Alaor.

Ao decorrer da competição, que chega ao fim neste domingo, 15, no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan), da Marinha, foram testadas 102 raquetes e nenhuma reprovação. Os responsáveis pelos foram Wang Wan Foom, árbitra internacional ‘blue bagde’ da Malásia e Fernando Mualen, responsável pelos testes em todas as competições organizadas pela CBTM.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.