#2019MelhorAno – Retrospectiva CBTM – Paralímpicos dão show e se posicionam entre os melhores do mundo em diversas classes

31/12/2019 13:43

Parapan teve 24 pódios brasileiros, com dezenas de medalhas de atletas do país nos Abertos internacionais

FOTO: Atletas da equipe de classes 7-8 comemoram mais um ouro no Parapan. Crédito: Alê Cabral/Exemplus/CPB.

 

Rio de Janeiro (RJ), 31 de dezembro de 2019.

Por: Assessoria de Imprensa – CBTM

No último capítulo da Retrospectiva do Tênis de Mesa Brasileiro 2019 vamos falar dos atletas paralímpicos. Em um ano repleto de conquistas, a mensagem passada nas mesas foi bem nítida: o Brasil tem boas chances de igualar e até superar a grande campanha realizada nas últimas Paralimpíadas, no evento do próximo ano, em Tóquio.

O Parapan mostrou o grande distanciamento do país para os demais rivais nas Américas. Com a terceira maior delegação entre os esportes que o Brasil enviou atletas, mais de 70% dos 30 mesa-tenistas brasileiros trouxeram ao menos uma medalha na bagagem. Foram 24 medalhas ao todo, sendo nove de ouro, seis de prata e nove de bronze. Nos torneios de equipes, o Brasil disputou todas as finais.

De quebra, cinco atletas do país garantiram vaga para os Jogos de Tóquio: Carlos Carbinatti (SM10), Danielle Rauen (SF8-10), Joyce Oliveira (SF4), Luiz Filipe Manara (SM8) e Paulo Salmin (SM7). Podia ser ainda melhor. No Parapan, Cátia Oliveira, vice-campeã mundial, foi prejudicada pela junção da classe 2 com a classe acima. Outros atletas que não foram ao Parapan, casos de Bruna Alexandre e Israel Stroh, seguem em ótima colocação no ranking mundial e também deverão estar em Tóquio.

Bruna Alexandre foi um dos grandes exemplos de que 2019 será inesquecível. Após ficar fora do pódio no Mundial 2018, ela se dedicou intensamente e fecha 2019 em alta, tendo conquistado títulos até entre os olímpicos e participado do Campeonato Pan-Americano (onde chegou nas quartas de final individual). Em outubro, no Aberto da China, um dos mais fortes do calendário, conquistou a medalha de ouro na classe 10. No mesmo torneio, Cátia Oliveira foi prata na classe 2.

Outro exemplo de que o Brasil está entre as grandes potências da modalidade veio no Aberto da Eslovênia, no mês de maio. Um torneio que chega a ter nível superior ao de Paralimpíadas em algumas classes, com os 20 primeiros do ranking brigando por um lugar no pódio. E o Brasil não decepcionou. Foram duas pratas individuais (Cátia Oliveira e Israel Stroh) e mais três medalhas por equipes (uma prata e dois bronzes). Esse desempenho já seria suficiente para superar o realizado na Rio 2016.

Ao todo, os atletas paralímpicos brasileiros disputaram 11 Abertos internacionais, com dezenas de medalhas conquistadas. Um ano onde o Brasil confirmou sua posição entre os grandes do tênis de mesa paralímpico. Que 2020 traga ainda mais motivos para sorrirmos!

 

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