Amigas e craques, juntas novamente: ex-atletas da Seleção se divertem no Mundial de Budapeste

26/04/2019 13:35

Karin Sako e Claudia Ikeizumi visitaram os ex-colegas de Seleção durante a disputa do Mundial e falam da importância do tênis de mesa nas suas vidas

FOTO: (da esquerda para a direita) Claudia Ikeizumi, Karin Sako e Jéssica Yamada, durante o Mundial de Budapeste. Crédito: Nelson Ayres.

 

Budapeste (HUN), 26 de abril de 2019.

NELSON AYRES

O Campeonato Mundial de Tênis de Mesa, em Budapeste, serviu também como ponto de encontro de velhos amigos. Ou melhor, amigas. Karin Sako e Claudia Ikeizumi aproveitaram a passagem da equipe brasileira pela Hungria para matarem a saudade do esporte e de companheiros.

Muitos ali conviveram com as duas, na Seleção e em clubes. Thiago Monteiro, Jessica Yamada e Eric Jouti puderam ter a torcida especial em suas partidas na competição. Atualmente, Karin trabalha na Suíça e Claudia nos Estados Unidos. Mas ambas ressaltam a importância que o esporte teve em suas vidas.

“Fiquei sabendo que ia ter o Mundial aqui na Hungria e comprei logo a passagem. Já se passaram nove anos. Mas se estou hoje na Suíça foi por tudo o que aprendi com o tênis de mesa. Acho que no esporte a gente aprende muita coisa, como dedicação, comprometimento, entre outras coisas. Acho que isso ajudou a me tornar uma grande profissional”, explica Karin, que descarta voltar no tempo.

“Sinto muita falta de estar nesse ambiente. Dá vontade de brincar um pouco, mas só de imaginar como é a vida de uma atleta profissional, sem vida social, com dieta regrada... Melhor parar”, diz a auditora contábil da Price Waterhouse.

Claudia, por sua vez, também nem pensa em voltar a jogar, mas garante que o tênis de mesa brasileiro evoluiu tanto que não precisa mais dela.

“Eu ajudo na parte de marketing e nas vendas da Joola (empresa de material esportivo) e encontrei metade do pessoal da minha época. As meninas aqui mandam muito bem, não precisam de mim não. É bom ver que elas chegaram em um nível que a gente nem sonhava há dez, quinze anos atrás. Era muito difícil”, lembra a ex-atleta.

 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) - Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal - Ministério do Esporte.
 

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