Atletas do Fluminense lutam da maneira que podem para dar alegrias no tênis de mesa

28/11/2018 16:59

Mesa-tenistas representam um dos clubes mais tradicionais do país na disputa de clubes do Brasileiro. Inspiração de Hugo Calderano motiva atletas da base

Crédito das fotos: Christian Martinez/RGB Studios.

 

Concórdia (SC), 28 de novembro de 2018.

CLAUDIA MENDES E LUCAS MATHIAS *

Se no campo o Tricolor das Laranjeiras passa dificuldades e briga para não cair para a Série B do Brasileiro, nas mesas as dificuldades também são grandes. Único dos grandes clubes cariocas a investir no tênis de mesa, o Fluminense participou da disputa do Absoluto A e foi campeão do sênior masculino, nesta quarta-feira (28), no Campeonato Brasileiro, em Concórdia (SC).

A equipe tricolor é formada por seis atletas: Michele Couto, Camila Kubo, Cláudio Beznos, André Moreira, João Pedro Sampaio e Danilo Rolim. Raça é o que não falta. O apoio é mínimo, mas a vontade de vencer é imensa. " Viemos com uma equipe pequena, mas forte. Os nossos recursos são basicamente próprios. O clube esse ano nos ajudou com as inscrições e o uniforme. Mas hotel, passagens e traslado é tudo com recursos próprios", explica Michele Couto, federada desde 2012 e praticante do esporte há sete anos.

O futebol não passa desapercebido na reta final do Brasileiro. A moradora da Vila da Penha veste a camisa neste momento: "Torcendo muito para o time de futebol não cair. É o carro chefe do clube e isso tem influência nos outros esportes".

Hugo Calderano é a inspiração para continuar lutando: "O tênis de mesa do Fluminense é mantido do jeito que é muito em função dele. Foi atleta de lá e honrou as cores do clube. As crianças da escolinha se espelham nele. O clube tem um trabalho de base fantástico com o Cebola”.

Cláudio Beznos, um dos integrantes da equipe sênior, falou sobre a emoção que sentiu na partida contra a forte equipe de Joinville: “No quinto set cheguei a sentir o coração bater mais forte. Estava 2 a 2, último jogo, tive de botar a cabeça no lugar. O tênis de mesa é um esporte que se não tiver a cabeça no lugar, não consegue fazer as jogadas. Tenho muita experiência, 53 anos, e estava jogando com sênior, que é para atletas de 30. Vim e conseguimos ganhar”.

Os atletas tricolores também estiveram presentes nas seleções do estado, que conquistaram a prata na categoria sênior masculino e o bronze no absoluto C feminino.

 

*Lucas Mathias, estagiário sob a supervisão da equipe da Assessoria de Comunicação

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