Bruna Alexandre é campeã do Aberto Paralímpico da Eslováquia

04/05/2018 16:31

Outras duas brasileiras subiram ao pódio na competição: Jennyfer Parinos foi prata e Danielle Rauen conquistou o bronze, ambas na classe 9

Crédito da Foto: Divulgação/CBTM.

 

Rio de Janeiro (RJ), 04 de maio de 2018.
Por: Assessoria de Imprensa - CBTM

E o Brasil conquistou a primeira medalha de ouro no Aberto Paralímpico da Eslováquia. A mesa-tenista Bruna Alexandre bateu a turca Ümran Ertis, na manhã desta sexta-feira (4/5), por 3 a 0 (11/7, 13/11 e 11/6), em Bratislava, conquistando o título da classe 10.

E não foi a única medalha da manhã. Jennyfer Parinos ficou com a prata na classe 9, depois de ser derrotada pela turca Neslihan Kavas, por 3 a 0 (7/11, 10/12 e 10/12). Na semifinal, ela bateu a também brasileira Danielle Rauen, num duelo bem disputado, por 3 a 2 (12/10, 11/9, 6/11, 4/11 e 12/10). Danielle ficou com o bronze.

Outros dois brasileiros caíram nas quartas de final. Cátia Oliveira, na classe 2, foi eliminada pela sul-coreana Su Yeon Seo, por 3 a 2 (11/9, 11/9, 6/11, 9/11 e 8/11). Paulo Salmin foi batido pelo tailandês Chalermpong Punpoo, por 3 a 2 (11/5, 11/6, 10/12, 6/11 e 10/12).

Bruna Alexandre comemorou a conquista, apesar das dores no pé, que torceu durante a competição. Ela sabe que este foi um resultado animador para a principal competição do ano: o Mundial Paralímpico, em outubro, na Eslovênia.

“Com certeza, foi um resultado muito positivo, principalmente por ser um ano de Mundial. A gente consegue ter uma noção do que precisa melhorar e do que precisa ser feito ainda”, avalia.

A evolução de Bruna chama a atenção da própria atleta. Recentemente, ela jogou a Copa Brasil, em Concórdia, entre os olímpicos, e ganhou o título, vencendo uma das grandes atletas do país em todos os tempos, Lígia Silva. E ela afirma que esta competição ajudou muito na conquista do Aberto da Eslováquia.

“Estou bem positiva, pois estou ganhando os jogos de 3 a 0. Isso me dá muita força, de querer mais. Isso mostra que eu estou conseguindo evoluir. Há uns dois anos atrás, eu só fazia 3 a 2 ou perdia para essas meninas. Antes de vir para cá, participei da Copa Brasil, jogando no olímpico e isso ajuda, dá um nível de jogo muito bom no paralímpico”, explica a campeã.  


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