Campeonato Sul-Americano Pré-Mirim e Mirim começa nesta quarta-feira, no Equador

21/05/2019 14:20
Brasil terá 16 representantes entre as duas categorias no torneio que acontece na cidade de Cuenca
 

FOTO: Hamilton Yamane será um dos brasileiros no Sul-Americano. Crédito: Daniel Zappe

 

Cuenca (EQU), 21 de maio de 2019

Por: Assessoria de Comunicação - CBTM

 
Acostumados com medalhas em torneios continentais, os brasileiros têm, a partir desta quarta-feira (22), um novo desafio pela frente: o Campeonato Sul-Americano Pré-Mirim e Mirim, que vai até o próximo domingo, na cidade de Cuenca, no Equador. Entre os torneios individual, de dupla e equipes, nas duas categorias, o Brasil terá 16 representantes na competição. 
 
No mirim feminino, as atletas serão Beatriz Kanashiro, Sabrina Miyabara, Karina Shiray e Gabriella Fujii. Leonardo Iizuka, Augusto Andrade, Abimael Menezes e Jorge Alcantara são os representantes no masculino. A equipe feminina do pré-mirim vai contar com Gabrielle Pincerato, Julia Hatakeyama, Mahayla Sardá e Abigail Araújo, enquanto Felipe de Lara, Felipe Okano, Davi Fujii e Hamilton Yamane formam a masculina. 
 
O bom número de atletas brasileiros na competição, segundo Andrews Martins, técnico de base da Seleção, é positivo para o país, principalmente pelo que um campeonato como esse significa: 
 
“O Sul-Americano é de suma importância para a carreira do atleta. Faz parte do processo: você joga a nível escolar, regional, estadual, nacional e, depois, vai testar a nível internacional. É onde pode ser medido o real nível internacionalmente. Um campeão precisa se acostumar a situações de pressão e ser testado. Muda totalmente o contexto, é muito importante”, explicou o treinador. 
 
Apesar do objetivo de acumular experiências, porém, o Brasil chega ao Sul-Americano almejando mais que isso: 
 
“Estamos entre os favoritos. No mirim, principalmente, em que já conhecemos as gerações. Do outro lado, temos o Equador, também muito forte. Colômbia, Chile e Argentina também têm que ser vistos com atenção, mas são mais esporádicos. O Equador tem que ser o favorito porque eles jogam em casa. Para todos os outros países no nível do mar, nível mediano, ainda haverá a adaptação à altitude. Mas acredito que não estamos indo só para participar”, projetou Martins.
 

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