Copa Brasil: Thiago Almeida 'deixou' a casa para abraçar projeto em prol do tênis de mesa

20/04/2017 13:39

Morador de Fortaleza, atleta defende a Associação Nossa Senhora da Paz, localizada no bairro de Três Andares, em Teresina

Alexandre Araújo e José Augusto Assis, em Brasília (DF) - 20/04/2017

Foto: Christian Martinez/RGB Studios/CBTM

Aproximadamente 594 km separam as cidades de Fortaleza, no Ceará, a Teresina, no Piauí. Mas a distância foi incapaz de separar um amante do tênis de mesa de uma causa em prol da modalidade. Thiago Almeida, de 31 anos, mora na capital cearense, mas, nas competições nacionais, defende as cores da Associação Nossa Senhora da Paz, localizada no bairro de Três Andares, em Teresina, projeto pelo qual garante ter se apaixonado desde o momento em que conheceu.
 
A iniciativa de colocar o tênis de mesa à disposição dos jovens de Três Andares foi de Jadelson Ribeiro, atualmente presidente da Federação de Tênis de Mesa do Piauí, e foi através dele que Thiago passou a acompanhar os passos do projeto.
 
"Conheci o Jadelson em 2015 e fiquei encantado pelo trabalho que ele realiza, por isso, resolvi jogar pela Associação. É um trabalho sério, como pouco se vê. Realmente, massifica e divulga o esporte, além de passar valores e preparar aqueles jovens para viver em sociedade de uma forma digna. Isso é muito importante. Tento, sempre que posso, doar material também para que essas crianças possam praticar cada vez mais e melhor", disse ele, um dos representantes do Piauí na Copa Brasil Centro-Norte-Nordeste I, em Brasília.
 
Mais que ajudar os jovens, há outro ponto que dá energia para Thiago vestir a camisa da Associação Nossa Senhora da Paz e fazer de tudo para conquistar as vitórias na mesa.
 
"Sou formado em computação e não vivo do esporte. Entrei na modalidade em 2010, então, o que me motiva é ver pessoas lutando pelo esporte. E faço de tudo para também motivar esses jovens", disse ele, que completou:
 
"Ano passado, fui jogar o Estadual representando a Associação e eles não me conheciam, mas os vi muito empolgados, torcendo por mim e isso me deu ainda mais motivação. Desde então, jogo para ver nessas crianças a paixão que eu tinha, mas que só pude exercer depois de velho. Tento passar a elas coisas positivas e mostrar que não se pode desistir. E isso não só no esporte".
 
A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.
 

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