Fernando Moleda é o novo responsável pela Detecção de Talentos no país

05/07/2013 16:03

O Tênis de Mesa brasileiro vive um momento histórico, com conquistas internacionais em todas as categorias e seguindo a rota do desenvolvimento que tem como meta dois atletas no Top 50 do Ranking Mundial, o que daria ao país chances reais de lutar por uma medalha nos Jogos Olímpicos de 2016.

Para atingir esse objetivo, a CBTM conta com a experiência de vários profissionais estrangeiros como o cubano Francisco Arado, o Paco, o francês Jean-René Mounie, o português Ricardo Faria, e o consultor Paralímpico Gorazd Vecko, que é esloveno e técnico da Seleção inglesa.

Essa seleção mundial a serviço do Tênis de Mesa brasileiro ganhou mais um reforço, o uruguaio Fernando Moleda, que já atuou em vários eventos promovidos pela CBTM como Árbitro Geral e agora assumirá o projeto de Detecção de Talentos, um dos mais importantes em andamento.

Fernando Moleda mora há dois anos em Santa Catarina, na cidade de Chapecó, e foi designado pela Federação local para ser Coordenador de Arbitragem do Estado. O “Nacho”, como também é conhecido, passou a semana na sede da CBTM, no Rio de Janeiro, para conhecer melhor a nova função.

--- Promovemos uma espécie de curso de capacitação, que permitirá ao Moleda trabalhar dentro da mentalidade CBTM --- explicou o Coordenador Omar Barbosa, que entre outras funções é o responsável pelo Sacando para o Futuro, um projeto que leva o Tênis de Mesa a alunos de escolas públicas do Rio.

Nacho tem quase vinte anos de experiência com a modalidade e já realizou um trabalho parecido no Uruguai e Argentina. Agora, diz estar motivado e para mais esse importante desafio, que está diretamente ligado ao sucesso das futuras gerações e o desenvolvimento do esporte no país.

--- Nossa ideia é promover detecções em todas as etapas do circuito Copa Brasil. Estou muito feliz pelo convite --- afirmou Nacho, na foto o primeiro da direita para a esquerda, com o vice-presidente da CBTM, Ivam Passos, no centro, e Omar Barbosa.

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.