Gerente de Administração e Finanças vê CBTM à frente de outras entidades

15/02/2013 15:20

Para que a modalidade possa se desenvolver é preciso aplicar os recursos de forma correta, mas também é indispensável não depender somente do dinheiro repassado através da Lei Agnelo e Piva e buscar outros meios de gerar receita para investir na formação de atletas, treinamentos no exterior, detecção de talentos, entre outros.

Algumas alternativas são os projetos de Lei de Incentivo ao Esporte, as Emendas Parlamentares e Convênio do Ministério do Esporte. A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa tem uma área específica para cuidar desse assunto, a Gerência Geral de Administração e Finanças, que é comandada pela experiente Danielle Schroeder.

A profissional sempre atuou no meio esportivo e exerceu funções em outros setores da entidade como a liderança de Relações Internas e Seleções Olímpicas. Com conhecimento, Danielle vê a CBTM à frente de algumas Confederações, pois está em constante atualização e buscando otimizar as ferramentas e processos de trabalho.

Nessa entrevista, a Gerente Geral de Administração e Finanças explicou como funciona o trabalho que faz diariamente para a entidade, explicou a origem dos recursos e entre outros assuntos falou sobre os planos e perspectivas para 2013.

CBTM - Como é o trabalho realizado pela Gerência Geral de Administração e Finanças?

Danielle Schroeder - Gerenciar as atividades das áreas Administrativas e Financeiras da entidade, coordenando os trabalhos e efetuando análises dos sistemas de controles e métodos administrativo e financeiros em geral. Administrar com as áreas operacionais, o planejamento orçamentário oriundos de recursos da Lei Agnelo e Piva e Governo Federal, organizar e controlar os fluxos de trabalhos, objetivando racionalizar e otimizar a eficácia das atividades funcionais.

 

CBTM - Qual é a principal origem dos recursos recebidos pela CBTM?

Danielle Schroeder - A CBTM conta com recursos da Lei Agnelo e Piva repassados através do Comitê Olímpico Brasileiro e Comitê Paralímpico Brasileiro. Além deste recursos, conseguimos realizar alguns de nossos projetos através da Lei de Incentivo ao Esporte, Emendas Parlamentares e Convênio do Ministério do Esporte.

 

CBTM - Qual a importância dessa captação de recursos para o desenvolvimento da modalidade?

Danielle Schroeder - Conseguimos quatro convênios com o Governo Federal voltados para preparação e participação em eventos e treinamentos internacionais das Seleções Olímpicas e Paralímpicas. Captamos também dois projetos pela Lei de Incentivo ao Esporte visando massificar a modalidade Olímpica através da sua prática em estabelecimentos de ensino da rede pública em áreas de risco social – buscando atender e aproximar os alunos.

 

CBTM - E quais são esses projetos da Lei de Incentivo?

Danielle Schroeder - Sacando para o Futuro, no Rio de Janeiro e Grande Rio

 

CBTM - Como você avalia a atual situação da CBTM frente a outras Confederações?

Danielle Schroeder - Acredito que estamos à frente de algumas Confederações sim. A CBTM está em constante atualização e buscando otimizar as ferramentas e processos de trabalho. É muito importante ter uma boa estrutura e organização da área meio para que nossa atividade fim tenha um bom suporte e gere excelentes resultados.

 

CBTM - Quais são os planos e perspectivas da área para 2013?

Danielle Schroeder - Melhorar os resultados, conquistar mais medalhas, formar e desenvolver campeões, detectar jovens talentos, organizar eventos com excelente qualidade, apoiar constantemente às Federações e ao Tenis de Mesa em todo território nacional,  construir uma ótima estrutura administrativa e financeira. Perspectiva de muito sucesso, claro, com muito trabalho e dedicação.