Na capital cearense, tênis de mesa se aprende na escola

30/08/2018 19:06

Projeto inclui 800 alunos de dez escolas municipais de Fortaleza. Foco será em bairros com maior vulnerabilidade para as crianças

FOTO: Lançamento do projeto em Fortaleza. Crédito: Prefeitura de Fortaleza.

 

Fortaleza (CE), 30 de agosto de 2018.

Por: Assessoria de Comunicação - CBTM

A capital cearense ganhou nos últimos dias um grande impulso no tênis de mesa. Já está sendo implantado em Fortaleza o projeto “Quero ser mesa-tenista”, que pretende recrutar alunos de escolas municipais para aprenderem a modalidade. Ao todo, serão 800 crianças beneficiadas.

A iniciativa partiu do mesa-tenista Mauro Benevides Neto, um entusiasta da modalidade no Ceará. Serão quatro turmas de vinte alunos em cada uma das dez escolas, todas de bairros com maior vulnerabilidade para as crianças. Além das aulas, serão realizados 45 eventos, sendo quatro por escola e mais cinco intercolegiais.

“Sempre tive vontade de devolver o que o tênis de mesa me deu na vida. Tive uma frustração muito grande de atender aos critérios para receber o Bolsa Atleta quando era mais jovem e não me inscrever, pois meu pai não achava justo, em razão de eu ter boas condições financeiras. Então, queria dar para quem merecesse a oportunidade de evoluir como ser humano”, explica Mauro Neto, que se inspirou em uma iniciativa similar no Rio de Janeiro.

O passo seguinte foi buscar apoio, com a Federação local, Prefeitura e Governo do Estado. A Enel, empresa energética que atua no Ceará e em outros estados, também resolveu ajudar. O projeto começou a sair do papel em junho. Em julho, durante o recesso escolar, começaram a chegar as mesas. Há alguns dias, começou o recrutamento dos alunos. A procura tem sido grande. A frequência e as notas serão analisadas periodicamente para a manutenção dos alunos.

Mauro Neto acredita que o projeto vai auxiliar em três pontos importantes para as crianças: “Na saúde, no combate à criminalidade e na renovação do esporte. Já estamos fazendo a seleção dos alunos. E o mais legal é que, em um grupo de 40, 50 alunos, sempre tem dois ou três que se destacam, fazendo os movimentos corretos naturalmente”.

 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) - Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal - Ministério do Esporte.
 

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