Para técnico, Calderano só precisa de tempo para alcançar novos grandes feitos

12/03/2018 13:11
Jean-René Mounie destaca inteligência e estrutura familiar do brasileiro e apresenta desafios para o Aberto da Alemanha, o próximo compromisso
 
FOTO: Hugo Calderano foi vice-campeão no Catar. Crédito: ITTF.
 
Rio de Janeiro (RJ), 12 de março de 2018.
Por: Assessoria de Comunicação - CBTM
 
Ao lado de Hugo Calderano, a cada vitória, há uma figura importantíssima: o técnico Jean-René Mounie. A parceria teve mais uma episódio de sucesso na excelente participação do brasileiro no Aberto do Catar, do qual foi vice-campeão na manhã do último domingo (11/3), após desbancar vários jogadores de destaque da modalidade.
 
O resultado de destaque novamente colocou os holofotes do mundo do tênis de mesa sobre Hugo, de apenas 21 anos, que mostra desde menino ser um atleta diferenciado. Jean René, porém, não vê o resultado como uma prova de que o carioca chegou aos tops do mundo. Para ele, isso já era um fato.
 
"Não acredito que ele precise provar essas coisas. Sabemos que ele já é um top, mas ele é jovem também, tanto pela idade como pelo treino, pois ele tem menos horas de trabalho do que qualquer outro atleta do top-15 mundial. Ele só precisa de tempo para fixar suas ferramentas técnicas", explicou.
 
A evolução e a maturidade crescentes do brasileiro são vistas por Jean-René sob um foco mais amplo. A inteligência de Hugo e sua criação são consideradas pelo treinador peças-chave para esse desenvolvimento.
 
"Acho que o caminho dele (Hugo) foi traçado bem cedo. Os pais dele têm a maior responsabilidade sobre isso. A mãe cuida de muitas coisas em torno do tênis de mesa. O pai dele permitiu ao Hugo começar o esporte com as boas bases, fisicas e mentais. O programa que propusemos para ele ajudou também, com estratégias bem claras. Porém, é imprescindível dizer que ele é especial, pois tem um tipo de inteligência não comum, difícil de encontrar", destacou.
 
Daqui a menos de duas semanas, o desafio é o Aberto da Alemanha, tido pelo técnico um desafio tão puxado quando o Aberto do Catar. Novamente a meta não reside nos resultados, e sim na execução das tarefas dentro de quadra.
 
"Não esperamos nada. Tentamos, sim, buscar desempenho. E para conseguir isso, o Hugo precisará desenvolver, de novo, um jogo ambicioso. Essa é a exigência dele", salientou, antes de falar sobre a alegria que Calderano tem de levar o nome do Brasil pelo planeta.  
 
"Sei que ele tem muito vontade de colocar o Brasil no topo e acho que o país tem sorte de se beneficiar desse atleta, desse jovem homem. Fico orgulhoso de participar da evolução dele e do tênis de mesa brasileiro, é meu jeito de dar retorno à confianca que a CBTM depositou em mim. Tenho o feeling que há uma parte brasileira dentro de mim", ressaltou Jean-René, que já trabalha há quase dez anos com o tênis de mesa do país.
 
 
 
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