Participação de Claudiomiro Segatto marca “Diamantes do Futuro”

14/03/2018 17:23
Jovens paratletas destacam importância do treinamento e do contato com grandes nomes do tênis de mesa brasileiro
 
FOTO: O atleta classe 07 Paulo Henrique Fonseca e Claudiomiro Segatto em jogo durante os treinos do programa. Crédito: CBTM
 
Rio de Janeiro (RJ), 13 de março de 2018.
Por: Juliana Cumplido (estagiária, sob supervisão de Claudia Mendes)
 
Dezenove paratletas marcaram presença nos primeiros dias do programa de treinamento Diamantes do Futuro, no Centro Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP). Os jogos, que ocorrem das 9h30 às 11h30 e de 15h30 a 18h, inauguraram o que promete ser um período de descoberta e lapidação de talentos do tênis de mesa paralímpico, além de familiarização entre os principais jovens jogadores do país. O evento ocorre até sexta-feira (16/3).
 
Um dos pontos altos foi a participação de Claudiomiro Segatto, atleta classe 05 que representou o Brasil nos Jogos Paraolímpicos em 2008, 2012 e 2016 e foi pentacampeão Parapan-Americano, de 2007 a 2015. “Foi uma surpresa bacana quando cheguei e fiquei sabendo do programa, uma excelente iniciativa para os novos atletas que estão sendo descobertos. É uma oportunidade de eles conhecerem os atletas da seleção, de vivenciarem na prática o tênis de mesa de alto nível, e, para mim, está sendo um momento incrível poder passar para eles também um pouco da experiência que tenho nesses 17 anos de tênis de mesa. É uma vivência onde todos acabam aprendendo.”, declara Claudiomiro, que vai acompanhar os jogadores durante toda a semana. 
 
Dentre outros mesa-tenistas, ele dividiu a mesa com Guilherme Rocha, de 20 anos, atleta classe 05 que também está em treinamento. “Achei esse projeto muito valioso para manter a base do tênis de mesa brasileiro. Treinar com um paratleta como o Claudio, que tem uma grande experiência, recebendo auxílio dos técnicos da seleção e dele, está sendo um grande ganho na minha carreira como atleta.”, explica.
 
Lucas Carvalho, de 17 anos, é atual destaque na modalidade e treinou com a seleção paralímpica logo no início dos trabalhos. “O treinamento está sendo bem proveitoso, a gente está conseguindo adquirir experiência de vários técnicos diferentes e está sendo mais intensivo do que no clube onde eu treino em Recife. Quanto ao treinamento com a seleção, não vou dizer que é uma surpresa para mim porque sempre que dá, tenho vindo para esse Centro de Treinamento para treinar com o pessoal, desde 2017. É sempre bom treinar com um pessoal mais forte.”, conta. Lucas também ressaltou a boa qualidade da estrutura do CT.
 
Segundo o coordenador Alexandre Ghizi, o evento está sendo bem produtivo, com ajuda dos técnicos da seleção e foco na base, na formação. Os atletas também foram submetidos a avaliações físicas pelo nutricionista Daniel Paduan, do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB). “As avaliações servem também como parâmetro para os próximos encontros, para que cada atleta tenha claro o que precisa melhorar.”, esclarece Alexandre.
 
 
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