Presidente discursa em tom de gratidão e reconhecimento a colônia japonesa

19/01/2013 12:33

O Presidente da CBTM, Alaor Azevedo, participou da cerimônia de abertura do Campeonato Brasileiro Intercolonial de Tênis de Mesa, que aconteceu no ginásio Governador Mário Covas, em Registro, no Vale do Ribeira, município de São Paulo.

Depois de assistir ao desfile das delegações de 18 regiões do país, Alaor foi uma das autoridades presentes convidadas a discursar e falou sobre a importância da colônia japonesa para o desenvolvimento da modalidade no país.

--- Esse é um exercício anual de gratidão e reconhecimento por tudo que fizeram e continuam fazendo pelo Tênis de Mesa brasileiro. Se o país é referência e está entre os melhores do mundo deve isso em parte ao trabalho da colônia japonesa --- disse.

Alaor citou as presenças de jovens talentos como Bruna Takahashi, Eric Jouti e Vitor Ishiy, dos técnicos da Seleção Reinaldo Yamamoto e Francisco Arado, o Paco, e lembrou as ausências de Caroline Kumahara e Cazuo Matsumoto, que disputam o Aberto da Espanha.

O Presidente também fez questão de prestar uma homenagem especial a Ubiraci da Costa, o Biriba, que quando jovem derrotou campeões mundiais e até hoje nunca perdeu uma partida sequer para um jogador da América-Latina.

--- O atleta é Tênis de Mesa é um bom filho, bom aluno e bom profissional. No nosso esporte não há espaço para drogas, pedofilia e o álcool. São ensinados valores para a vida toda e quem não chegar a Seleção pelo menos será um cidadão de bem.  Saio daqui com mais vontade ainda de trabalhar para o desenvolvimento da modalidade --- garantiu.

Alaor também teve uma conversa com o Prefeito de Registro, Gilson Fantin, que assumiu o cargo no início de janeiro, e destacou a importância de uma competição desse nível para o município, que lucra com o retorno financeiro e o destaque nacional.

--- Sediar uma competição dessas não é despesa, é investimento. São mais de duas mil pessoas envolvidas e isso movimenta a economia local. Boa parte de tudo que gasto em hotéis, restaurantes, taxis, acabam indo para as prefeituras --- lembrou Alaor.