Sul-Americano Infantil/Juvenil: Brasil é arrasador e leva todos os ouros na disputa por equipes

20/03/2017 16:52

Delegação verde e amarela confirmou o favoritismo nos primeiros dias de competição

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 20/03/2017

Foto: Arquivo Pessoal Guilherme Simões

O Brasil foi imbatível na disputa por equipes no Sul-Americano Infantil e Juvenil, que acontece em Assunção, no Paraguai. A delegação verde e amarela confirmou o favoritismo e conseguiu conquistar todos os ouros que disputou nos primeiros dias de competição.
 
No infantil feminino, a equipe formada por Giulia Takahashi, Livia Lima, Beatriz Kimoto e  Karin Tsumura ficou no grupo com Paraguai e Chile. Contra a seleção paraguaia, o time brasileiro venceu por 3 jogos a 0, e contra o Chile, 3 a 1, ficando na liderança e garantindo vaga na semifinal. Na briga por um lugar na final, a equipe verde e amarela derrotou a Argentina por 3 a 0.
 
Na decisão, novamente o Chile pela frente. Em um jogo bastante equilibrado, o Brasil levou a melhor ao vencer por 3 a 1, de virada. A primeira a ir à mesa foi Beatriz Kimoto, que encarou Valentina Rios e perdeu por 3 sets a 2 (10/10; 11/7; 11/8; 5/11 e 11/9). Depois, foi a vez de Livia Lima encarar Claudia Infante e deixar tudo igual ao triunfar por 3 sets a 0 (11/9; 11/6 e 11/6). Giulia Takahashi bateu Macarena Montecino por 3 sets a 0 (11/8; 11/9 e 11/9), enquanto Livia Lima venceu Valentina Rios por 3 sets a 2 (11/8; 9/11; 8/11; 11/7 e 11/6), garantindo a taça.
 
Enquanto isso, no infantil masculino, o time brasileiro, que conta com Daniel Godoi, Diogo Silva, Kenzo Carmo e Andre Murchie caiu no mesmo grupo de Peru e Equador, vencendo o primeiro por 3 a 1 e o segundo por 3 a 0, assegurando vaga na semifinal. Para chegar à final, o Brasil derrotou o Chile por 3 a 1.
 
Na disputa pelo lugar mais alto do pódio, contra o Argentina, vitória por 3 a 2 e ouro garantido. O primeiro a ir à mesa foi Daniel Godoi, que venceu Matias Guadalupe por 3 sets a 2 (9/11; 11/7; 8/11; 11/8 e 11/7). Depois, foi a vez de Diogo Silva enfrentar Luciano Alto e triunfar por 3 sets a 0 (11/3; 11/4 e 1/9), enquanto Kenzo Carmo perdeu para Matias Velarde por 3 a 0 (11/8; 11/8 e 15/13). Diogo Silva retornou à mesa para, desta vez, enfrentar Matias Guadalupe e perdeu por 3 a 2 (11/5; 3/11; 11/5; 6/11 e 11/7).
 
Com o confronto empatado em 2 a 2, coube a Daniel Godoi derrotar Luciano Alto no último jogo, por 3 sets a 1 (11/7; 9/11; 11/6 e 11/4) e garantir o outro para o Brasil.
 
Já no juvenil feminino, Alexia Nakashima, Luana Sousa, Isabela Cassemiro e Tamyres Fukase ficaram no grupo com Argentina e Paraguai, vencendo os dois jogos por 3 a 0. Na semifinal, o Brasil despachou o Equador também com uma vitória por 3 a 0.
 
Na final, contra a Argentina, novo triunfo por 3 a 0. Luana Souza bateu Camila Kaizoji por 3 sets a 1 (11/8; 7/11; 11/7 e 11/6), enquanto Alexia Nakashima venceu por Muriel Rajmil por 3 a 0 (11/8; 15/13 e 11/3) e Isabela Cassemiro derrotou Candela Perez por 3 a 1 (11/6; 11/6; 9/11 e 11/3).
 
A equipe juvenil masculina, formada por Siddharta Almeida, Carlos Ishida, Eudardo Tomoike e Luiz Anjos, ficou no mesmo grupo que Chile, Equador e Uruguai, tendo vencido o Chile por 3 a 1 e os outros dois adversários por 3 a 0. Na semifinal, contra o Peru, triunfo por 3 a 1.
 
Na decisão pelo ouro, vitória verde e amarela por 3 a 0. Siddharta Almeida foi o primeiro a ir à mesa e venceu Nicolas Burgos por 3 a 0 (11/4; 11/9 e 12/10). Logo depois, Luiz Anjos passou Andres Martinez pelo placar de 3 a 1 (11/7; 11/8; 6/11 e 14/12). Quem deu números finais à partida Eduardo Tomoike, que bateu Denys Fierro por 3 a 1 (11/7; 9/11; 11/5 e 12/10).
 
A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.

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