Um ano da Rio 2016: Novata, Bruna Takahashi admite ansiedade com torcida: 'Comecei a dar risada'

09/08/2017 17:02

Mais nova de toda a delegação brasileira, mesatenista participou do torneio de equipes

Da redação, no Rio de Janeiro (RJ) - 09/08/2017

Foto: Christian Martinez / RGB Studios / CBTM

Mais nova de toda a delegação brasileira na Rio 2016, com 16 anos, Bruna Takahashi fez a estreia em Jogos Olímpicos na Cidade Maravilhosa. A jovem, que participou do torneio de equipes femininas, não escondeu a ansiedade ao pisar na área de jogo pela primeira vez e sentir o apoio da torcida, que lotou o Pavilhão 3 do RioCentro.
 
“Eu vi as meninas (Caroline Kumahara e Lin Gui) jogando (no torneio individual) e vi que tinha muita gente. Quando entrei para jogar, não consegui me conter e comecei a dar risada. Era muita gente! Torcida estava muito grande e muito alta. Deu para sentir uma coisa “lá dentro”, sabe? Sete que tem várias pessoas ao seu lado”, recorda, com carinho.
 
Ao falar sobre a Rio 2016, Bruna ressalta que os Jogos lhe trouxeram uma vivência muito importante e se mostra satisfeita com o que apresentou à mesa:
 
 “Foi uma experiência muito grande, muito boa. Sempre me lembro (da Rio 2016), lembro da Vila, do ginásio... Bate a sensação de estar lá de novo. É muito bom! Acredito que consegui aproveitar o máximo possível. A abertura foi muito legal e, mesmo tendo jogado apenas por equipes, acho que fiz um bom jogo. Acho que foi um torneio excelente para mim”.
 
No período após a Olimpíada, Bruna acumulou grandes resultados, dentre eles, o ouro no Sub-21 do Aberto do Brasil e também no Pan-Americano Juniores, quando bateu a porto-riquenha Adriana Diaz na final.
 
“Esse ano consegui mudar bastante minha cabeça, a parte psicológica, que é algo que usamos bastante no tênis de mesa”, afirmou.
 
Bruna atuou no torneio por equipe e encarou a chinesa Xiaoxia Li, que havia sido medalha de prata no individual.  A brasileira teve uma boa atuação, mas perdeu por 3 sets a 0.
 
A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) – Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal – Ministério do Esporte.
 

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