CBTM homenageia ídolos do Pan-Americano de Havana 91 durante a COB Expo
Vilmar Schindler, Marco La Porta e representantes da diretoria da CBTM destacam legado da geração que ajudou a abrir caminhos para o tênis de mesa brasileiro

A homenagem aos 35 anos do Pan-Americano de Havana 1991 reuniu atletas e importantes dirigentes do esporte brasileiro neste sábado (3), durante a COB Expo 2026, no São Paulo Expo.
Além dos nomes que fizeram parte daquela campanha histórica, participaram da cerimônia o presidente da CBTM, Vilmar Schindler; presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Marco La Porta; o vice-presidente da CBTM, André Silva; o secretário-geral, Sandro Abrão; o diretor da CBTM, Geraldo Campestrini; e o presidente da Federação Paulista de Tênis de Mesa, Fabio Matos.
A celebração relembrou uma geração que marcou a trajetória do tênis de mesa brasileiro e ajudou a abrir caminhos para o desenvolvimento da modalidade no país. A presença de dirigentes, familiares e integrantes daquela equipe reforçou justamente a importância de preservar essa memória e conectá-la às novas gerações.
Para Vilmar Schindler, presidente da CBTM, reconhecer os pioneiros também é uma forma de mostrar aos atletas de hoje que os resultados atuais são fruto de um caminho construído ao longo de muitos anos.
"Essa homenagem é um resgate, uma forma de recuperar e valorizar a nossa história. Em 1991, começou uma trajetória importante do tênis de mesa de alto nível no Brasil, que ajudou a abrir caminho para chegarmos a atletas como o Hugo Calderano. Por isso, precisamos cada vez mais preservar essa memória e reconhecer quem fez parte dessa construção. Ter aqui o presidente do COB, os familiares e tantas pessoas ligadas àquela geração torna esse momento ainda mais especial, principalmente dentro de uma feira da dimensão da COB Expo", afirmou Vilmar.
O presidente do COB, Marco La Porta, seguiu na mesma linha e destacou a homenagem como um resgate de uma trajetória que ajudou a transformar o patamar do tênis de mesa brasileiro.
"Qualquer esporte ou modalidade sobrevive sem títulos, mas não sobrevive sem ídolos. Então, contar a história de quem foi pioneiro e abriu caminhos é sempre muito importante. É uma forma de mostrar para os atletas que estão começando e batalhando por um lugar que teve gente lá atrás que já passou por isso, teve sucesso e ajudou a construir as condições para que eles estejam aqui hoje, com todo o suporte que a CBTM oferece. Por isso, é sempre importante reverenciar o passado, contar essas histórias e usá-las também para motivar as novas gerações", afirmou.
O vice-presidente André Silva ressaltou que o impacto daquela geração ultrapassou os resultados conquistados à época e também serviu de inspiração para quem começou a praticar a modalidade depois.
"Eles abriram as portas para quem veio depois. A partir daquela conquista, passaram a inspirar os praticantes da época e também as novas gerações. Muita gente começou a jogar tênis de mesa depois daquele resultado. Então, além de reconhecer os atletas que construíram essa história no passado, a gente também procura incentivar cada vez mais a garotada que está chegando, para que essa corrente nunca se quebre e continue trazendo novos atletas e novas conquistas", destacou.
Para o secretário-geral Sandro Abrão, a homenagem teve ainda um significado pessoal, por sua relação direta com alguns dos atletas daquela geração.
"Para mim, é um momento muito especial, porque convivi com essa geração. Quando Silnei, Issamu, Hugo e Claudio foram campeões pan-americanos, eu estava disputando o meu segundo Campeonato Brasileiro, em Manaus, e isso me trouxe muitas lembranças. Além disso, no feminino, a Lyane foi minha parceira de equipe e de duplas mistas. Fomos campeões em 1991 e também conquistamos o terceiro lugar no Sul-Americano. Então, foi uma felicidade muito grande poder estar aqui e reviver tudo isso", afirmou Sandro.





