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Vice-presidente da CBTM faz balanço positivo do Brasileirão de Inverno 2026

Competição reuniu atletas de 25 estados, ultrapassou 4,5 mil jogos e reforçou importância da base e do ranking nacional

Foto: William Lucas/CBTM

24/05/2026 00h00


O Brasileirão de Inverno 2026 chegou ao fim neste sábado (23), no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, consolidando mais uma edição de grande impacto para o tênis de mesa nacional. Ao longo de dez dias de competição, o evento reuniu atletas olímpicos e paralímpicos de diferentes regiões do país, movimentando o circuito brasileiro com disputas em diversas categorias, do Sub-7 ao Master.

Com 1.493 atletas inscritos - sendo 1.320 olímpicos e 173 paralímpicos -, o torneio contou ainda com 341 técnicos, representantes de 25 estados brasileiros e um total de 4.559 partidas realizadas durante o evento. Ao todo, foram disputadas 176 categorias ao longo da competição.

Para o vice-presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa, André Silva, o Brasileirão de Inverno cumpre um papel estratégico dentro do calendário nacional, funcionando como um importante termômetro para os atletas ao longo da temporada.

Segundo ele, o evento serve tanto para avaliação de desempenho quanto para a disputa de pontos importantes no ranking nacional, principalmente para os atletas do olímpico. Já no paralímpico, o campeonato também possui peso direto na corrida pelo programa Bolsa Atleta.

"O Brasileiro de Inverno funciona como uma forma de o atleta avaliar como está sua preparação antes do Brasileiro de Verão, que é o mais tradicional do calendário. Para os atletas do olímpico, o evento é muito importante na disputa pelos pontos do ranking nacional. Já no paralímpico, o pódio também tem impacto direto na Bolsa Atleta", explicou.

Além da importância competitiva, André destacou o crescimento das categorias de base e o fortalecimento do processo de renovação do esporte no país. De acordo com o dirigente, a criação e expansão das categorias iniciais ajudaram a aumentar significativamente a participação de jovens atletas nos campeonatos nacionais.

"Um dos grandes desafios do tênis de mesa sempre foi a renovação. Hoje vemos categorias como Sub-7, Sub-9 e Sub-11 crescendo a cada ano. O Brasileiro também é uma oportunidade para observar novos talentos que podem representar o Brasil no futuro", afirmou.

O dirigente ainda ressaltou que o torneio se transformou em um espaço importante para observação técnica e desenvolvimento de atletas que podem integrar ciclos olímpicos futuros.

"A preparação de um atleta de alto rendimento começa muitos anos antes. Esses atletas mais jovens que estão aqui hoje podem ser grandes nomes da modalidade no futuro", completou.

Além do alto nível técnico das disputas, o vice-presidente também chamou atenção para a movimentação gerada pelo evento dentro do Centro Paralímpico Brasileiro, que recebeu atletas, familiares, treinadores e público durante toda a semana.

"O tênis de mesa é uma das modalidades que mais movimentam o CPB. Tivemos ginásio cheio, estacionamento lotado e uma presença muito grande de atletas, familiares e pessoas acompanhando os jogos durante todos os dias", destacou.

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